segunda-feira - 11/dez/2017
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2° Conferência Nacional de saúde das Mulheres


A 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres (CNSM) terminou neste domingo (20/8), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com uma mensagem clara: machismo mata e adoece, e, por isso, deve ser visto como uma questão de saúde pública. Outro recado dado em alto e bom som pelas 1,8 mil delegadas presentes foi a disposição de cobrar do governo ações concretas que enfrentem o problema e melhorem o atendimento na rede pública para a população feminina.

Último dia da Conferência Nacional de saúde das Mulheres em Brasília terminou com mulheres, lutando por uma Saúde inclusiva e equânime Mostrando a importância da união e debates sobre as especificidades das mulheres negras, mulheres com deficiência, com patologias, das trans, das indígenas e das lésbicas.
Propostas como direito de escolher sobre seu corpo foi o ponto forte da Conferência.
Nos Pessoas com Doenças Crônicas , Hemorrágicas e Raras tivemos nossa proposta aprovada em todos os grupos de discussão. Que é a garantia a equidade de acesso, através de políticas específicas e ampliação de serviços à mulheres e suas diversidades. Agora é continuar a luta para implantação e implementação destas políticas.
Quase 320 propostas devem integrar o relatório final da conferência, reunindo demandas apresentadas desde o começo do ano em conferências municipais, estaduais e, agora, referendadas em Brasília. Em 22 de setembro, a Comissão Nacional Organizadora se reunirá para produzir o relatório final, que será apresentado em outubro ao Conselho Nacional de Saúde (CNS).
A 2ª Conferência Nacional de Saúde da Mulher foi iniciativa conjunta do CNS, do Ministério da Saúde (MS) e do Sistema Único de Saúde (SUS). A primeira CNSM foi em 1986. Naquele ano, o MS fazia pela oitava vez a Conferência Nacional de Saúde, que se repete a cada quatro anos e já chegou à 15ª edição. Também a Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e a Conferência Nacional de Saúde Indígena são quadrienais e, respectivamente, já se repetiram quatro e cinco vezes. “Isso, o número de edições, é revelador do quanto o problema do machismo institucional não é visto, não está sendo olhado”, aponta Santos. “Se entende como automático que, daqui a quatro anos, terá outra conferência para mulheres.”

Foi comprovado que Juntos somos mais fortes!

Texto; Sheila Ventura

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2017/08/20/internas_polbraeco,619244/machismo-e-questao-de-saude-dizem-mulheres-reunidas-em-brasilia.shtml

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